JOHNNY
G : do Spinning®
ao Kranking™ -
você sabia ?
a
> Johnny G inventou a primeira bike estacionária,
criando também a modalidade de pedal em grupo,
conhecida como ciclismo estacionário, bike
class, ciclismo indoor ou de academia,com o lançamento de
seu Programa, o Spinning®. A primeira
bike estacionária que ele fabricou com as proprias mãos chamava-se
"Yellow Beast" - a Fera Amarela ,
em 1987. Sua criação foi uma verdadeira revolução na
industria do fitness, pois passou a promover o ciclismo real
em ambiente indoor ( até então , só realizado em ambientes
externos ou pistas de treinamento ) numa proposta totalmente
diferente das bikes ergométricas, pois as
estacionárias não tem componente eletrônico.
Foi
também invenção de Johnny G o primeiro suporte para squeeze
em equipamento de treino cardio vascular. Esta sua
invenção beneficiou substancialmente a indústria de água mineral
em embalagens esportivas. Uma coisa tão simples, mas tão importante,
pois logo depois todas as salas de academia tinham em suas
esteiras, transports e ergométricas um porta garrafinha, sugerido
por JohnnyG.
b
> Johnny introduziu nesta sua bike pioneira um
pé de vela tal como o de uma bicicleta de rua estrada.
Isso possibilita uma sensação diferente ao pedalarmos na bike
estacionária. De repente pedalar
em pé , dentro do ambiente de treino da academia,
tornou-se possível ! Já tentou pedalar em pé numa ergométrica
da sala de musculação?
c > Outra inovação relacionada ao uso
de um pé de vela real foi a possibilidade da troca de pedais
com firma-pé por pedais de encaixe.
Impressionante! As empresas que comercializam sapatilhas
e pedais de encaixe sentiram-se "nas nuvens"
com esta inovação.
Johnny G transformou um negócio sazonal em um produto que
passou a ser vendido o ano todo. Igualmente aumentaram as
vendas de camisas e bermudas de ciclismo, bem como as vendas
de chaves de pedal e allens.
d
> o programa de treinamento de Johnny foi o primeiro
a exigir como prioridade o uso de monitores de frequencia
cardiaca . O uso de frequencímentros em academias
era até então, insignificante. A partir do "boom"
do Spinning, estes centros de treinamento passaram a incorporar
o uso de frequencímetros . Incrivel !
e
> A maneira como Johnny propõe a utilização de
musica em suas aulas, foi como uma benção para nossos
ouvidos ! F-i-n-a-l-m-e-n-t-e uma tipo de aula que utiliza
a música em sua velocidade normal. Até então, dos anos 80
a 90, a musica que ouviamos em salas de aula eram sempre com
efeitos ou aceleradas ( exigencia na época das aulas de hi-low
/ ginástica aeróbica de alto/baixo impacto e step - a "febre"
na época ). A utilização de músicas no pit normal,
não só expandiu a nossa sensibilidade musical , bem como nossa
atitude em relação à utilização de várias propostas musicais
sem preocupação com BPM ou contagem de oitos, até então quase
uma "lei" em salas de aula. Foi uma proposta para
uma nova "fase" musical, fase de "maturidade"
em que passamos a empregar vários generos musicais, focar
nossa atenção nos "sons" e letras que compõe uma
mísica. Bravo, JohnnyG!
f
>
Sem saber , Johnny G, ao fabricar sua primeira bike
estacionária e ao inventar um programa para
treinar com ela, acabou dando origem a uma nova modalidade
de academias : o bike class ou ciclismo
estacionário ou ciclismo indoor / de academia.
Talves muitos tenham tentado fazer o mesmo, mas JG foi
o pioneiro. A partir de sua bike - nomeada como Spinner®_marca
registrada desde 92 e de seu Programa original,
o SPINNING® muitas outras empresas acabaram se beneficiando,
fabricando copias a partir de 95, quando sua Spinner® foi
apresentada ao "mundo". Também varias cópias de
Programas de treinamento surgiram a partir de então. Entretanto,
devemos a JohnnyG todos os ensinamentos originais
e base da modalidade ciclsimo estacionário .
g)
Os que seguiram sua Escola Johnniana ou os que acabaram por
trabalhar com programas comerciais copiados, formam hoje um
verdadeiro universo de pedaladores no mundo todo. O diferencial
no programa da Escola de Johnny G, é, com
certeza, sua filosofia de treino, a segurança
do Programa e o suporte cientifico que mantém
um nível de excelência de informação através do Prime Team.
Só no Brasil, os ensinamentos de sua Escola já chegaram
a mais de 9,500 professores de educação física que ministram
aulas nas milhares de academias em todo o território nacional
e países da America do Sul desde sua inauguração em 2000.
Um verdadeiro exercito de professores , de mais de 150,000
instructors, certificados pelo seu método trabalha também
diariamente nos países da America do Norte, Europa e Asia.
h)
E agora a novidade : Jonathan Goldberg ( Johnnny G ) - lançou
em Março 2008-IHRSA/San Diego (CA) um novo programa de treinamento
cardiovascular e mais um guia de treinamento para profissionais
: Krankcycle™ e Kranking™ ,
mais uma vez, revolucionando a indústria do fitness a nível
global, por sua simplicidade e eficiência.
http://www.kboombrasil.com.br.
Informações : info@krankcycle.com
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Era
uma vez ...
Ao ganhar sua primeira
bicicleta, aos 4 anos, Jonathan Goldberg apaixonou-se
por ela . Como os meninos brasileiros , com sua
primeira bola de futebol, ele percebeu que seu presente,
aos poucos ia se tornando “ seu melhor amigo” .
Nascido na África do Sul, conviveu durante muitos
anos com o aparteit e sensibilizado pelas diferenças
sociais, utilizava as provas de ciclismo para tentar
“ajudar” as pessoas. Os prêmios conquistados eram
transformados em material escolar para as crianças
negras. Discriminado pelos colegas de escola por
ser um menino disléxico, Jonathan percebeu que só
a bicicleta poderia ajudá-lo a vencer seus limites,
pois pedalava como ninguém. Sentado no banco, era
um campeão.
Aos poucos, despertou seu lado aventureiro e sentia-se
cada vez mais fascinado pela imagem de “ser saudável”
transmitida pelos esportistas. Suas grandes inspirações
foram sua mãe yogui, seu pai- corredor e campeão
de squash, o mestre Bruce Lee e um ciclista francês
Eddy Mercks.
Aos 24 anos, chegou a Los Angeles. No terceiro dia,
foi assaltado. Perdeu tudo que tinha, dinheiro,
documentos e seus sonhos. Nunca mais voltou para
a África.
De um turista encantado com o verão californiano,
querendo descobrir as maravilhas da América, em
um mês de férias, tornou-se um morador das ruas
de Venice Beach . Mas sempre pensava que se
sobrevivesse a tudo aquilo, enfrentaria qualquer
coisa na vida. Sua positividade fez com que aos
poucos , fosse fazendo amigos.
O primeiro emprego foi numa academia em Los Angeles.
Trazendo na bagagem mais de 4 anos como personal
trainer na África do Sul e técnico fisioculturismo elaborava
programas de treinamento que eram disputados por
todos. Aos poucos voltava a conquistar seu espaço.
Em 1987
chegava a hora de realizar um grande sonho. Voltar
a sua bicicleta e participar da prova de ciclismo
Race Across América. Não conseguiu terminar. Frustrado
pensou numa maneira de aprimorar seu condicionamento
. Elaborou um programa cardiovascular usando monitor
cardíaco. Voltou a treinar na estrada e se inscreveu
para a prova de 1989. Havia chegado o inverno.
Para não se afastar de casa , criou com as próprias
mãos, na garagem de casa, uma bicicleta estacionária,
com a mesma geometria de sua bike ( chamou de
YellowBeast ). Reproduziu alguns exemplares e convidava
os amigos para treinarem com ele, ao som de muita
música e rock, claro! pois sua segunda paixão sempre
foi a guitarra.
Ao terminar a RAAM em 89, sensibilizou-se com o
resultado e pensou: “ Se este treino deu certo comigo,
pode dar certo com qualquer pessoa no Planeta
Terra... posso ajudar a todos se tornarem seres
humanos mais aptos e felizes” Nascia então o programa
e a filosofia Johnniana de treino .
Alguns
anos depois, a "idéia" virou um negocio
mundial e ele se tornou : JOHNNYG criador do
JOHNNYG SPINNING®
Programme e da bicicleta estacionária, tão copiada
por milhares de empresas nos anos 90.
Em 2002,
Jonnny participou de um evento relacionado a paraolimpíadas
em San Diego, California. Se deu conta que , infelizmente,
não poderia vê-los treinando em sua "invenção".
Aceitou o desafio de um dos atletas e sentou em
seu equipamento de handcycle. Por anos, ficou
com aquela experiencia memória.
Desenhos,
planos, testes...finalmente materializou algo que
pudesse levar sua filosofia de treino também a esta
enorme população de atletas. Nasceu o Kranking™,
bem perto de sua maturidade dos 50 anos de idade,
em Fevereiro de 2007. Kranking™
é um modalidade de treino com ênfase nos membros
superiores, que com certeza, irá captar mais e mais
adeptos as aulas coletivas ou mesmo, trabalho personalizado
em academias e centros de treinamento. Estaremos,
com o KRANKCYCLE™
, expostos, mais uma vez ,com um equipamento e uma
nova modalidade que poderá revolucionar o
conceito fitness nos proximos anos assim como aconteceu
com o Spinning anos atras. Ha 20 anos atras ninguem
conseguia imaginar pessoas densenvolvendo tal performance
em bicicletas estacionarias assim como desenvolvem
hoje. Talves não na mesmas proporções e dimensões,
mas o Kranking™ é
uma modalidade que veio para quebrar tabus e conceitos.
Para
os que precisam trabalhar o cardiorrespiratório
e, por razões periféricas (artroses, lesões articulares
ou ligamentares) ou mesmo o excesso de peso não
o fazem : kboom!
Voilá
Kranking™
JohnnyG está
hoje, a frente de sua empresa, a FIVE GIRI Inc,
com sede na cidade de Montecito, California, tendo
se desligado, em Abril de 2005 da empresa Mad Dogg
Athletics , Inc.
O Spinning hoje tem nova e diferenciada administração
na California. JohnnyG dedica-se exclusivamente
a sua nova metodologia que não compete com
nehuma outra, mas ao mesmo tempo complementa outros
treinos : o KRANKING®. O programa chega ao Brasil,
a partir de Outubro. Conheça mais sobre o
START UP _ pacote de lançamento inédito_
escrevendo para : vb@krankcycle.com.
KEEP
THE SPIRITS HIGH AND BE READY TO FLY! JohnnyG

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There Are Miles
to Go Before This Fitness Entrepreneur Sleeps |
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KEN McALPINE.
Los Angeles Times - Los Angeles,
California ,
Aug 12, 1989.
pg. 4 ( home edition)
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It was quite a
welcome. Three days after a wide-eyed, naive 22-year-old
Johnny Goldberg had arrived in California for a vacation, a
gunman relieved him of his naivete and $3,000 in cash. "I
had a gun put in my mouth in S. Monica," said Goldberg, who
until that point had lived a sheltered life in the confines
of Johannesburg's wealthy northern suburbs. "It was a real
eye-opener for me."The education continued. Bereft of cash,
unable to get money out of his native South Africa because
of government restrictions, Goldberg slept on the beach in
Venice.
Suddenly
determined to stay, he cashed in his return plane ticket.
When that money disappeared, he survived as best he could,
at one point eating a frozen burrito he had stolen from a
local convenience store.Eventually, he landed a job selling
cutlery door to door, making $1.50 for each set he sold
and earning about $45 a day, enough to pay for his
burritos and rent space on a living room floor. In
Johannesburg, he had run a string of gyms. So one day,
Goldberg spruced himself up, walked into a West Los Angeles
gym and told the owner he would personally see to it that
profits increased 10% each month. He landed the job, made
good on his promise, and kept on working.
Ten years later,
Goldberg, who has parlayed fitness and determination into a
lucrative career, shares a Century City apartment and a
comfortable life with his new wife, Jodi. His life, however,
is not without challenge. On Sunday, Goldberg will once
again put perseverance and chutzpah to the test-staring down
heat, cold, humidity, aridity, ennui, paranoia, doubt,
fatigue and frustration, all in pursuit of a single
goal-getting across the country as fast as he can. On a
bicycle. Now in its eighth year, the Race Across America (RAAM)
has been called the greatest endurance event in the world.
If topography is any measure, it's a legitimate claim.
This year's race
begins Sunday noon at the Orange County Fairgrounds in Costa
Mesa. Over a week and some days, 33 riders will cross
California, Arizona, New Mexico, Texas, Oklahoma, Kansas,
Missouri, Illinois, Indiana, Ohio, West Virginia,
Maryland, Pennsylvania and New Jersey, finishing in New
York's Battery Park-2,980 miles by bicycle.
Spinning across
that sprawl they will encounter a country's worth of weather
and terrain, face problems ranging from cramped toes to
night blindness.The prospect fills Goldberg with excitement.
"RAAM is one of the biggest lessons you could ever learn in
your entire life," he said. "You learn pain, you learn
pleasure, you learn persistence, you learn tenacity, you
learn self-control, courage, discipline, everything you
could imagine. An entire spectrum of life you experience
within one race."
Goldberg learned
most of the painful lessons two years ago when he competed
in his first RAAM.
A swimmer turned
body builder, turned triathlete, turned ultra-distance
cyclist, Goldberg was no stranger to the rigors of
competition. He was, however, unprepared for the
enormousness of RAAM. After suffering through saddle sores,
chronic nosebleeds, weight loss-26 pounds in five days-and
painful blisters in his mouth, Goldberg called it quits
2,400 miles into the race, after riding his final 600 miles
with a dislocated knee. It took him almost a year to
recover.
"Basically, for
the first five months all I was able to do was take a couple
of walks," said Goldberg, who interspersed those walks with
frequent naps. "I couldn't stay awake for more than two or
three hours. I'd never experienced chronic fatigue and
depletion like that before. I didn't think I would ever get
on a bicycle again."
Such lessons
aren't easily forgotten. Training for his disastrous 1987
RAAM, Goldberg rode an average of 300 miles a week, which
proved to be woefully inadequate for an event that asks
competitors to ride more than 300 miles a day. So,
preparing for this year's RAAM, Goldberg bumped his training
mileage up to 600-900 miles a week, including 24-hour rides
that simulated the sleeping and eating schedules he hopes to
maintain during RAAM. Although riders burn hundreds of
thousands of calories during their transcontinental trip, it
is sleep that presents the biggest problem. With the clock
running incessantly, sleep is wasted time and RAAM riders do
their best to dispense with it.
Though
strategies differ-RAAM veteran Michael Shermer once rode
round the clock for three days-most riders opt for a 1 1/2-
to three-hour nap each day, usually sometime between 2 and 5
in the morning. Following convention, Goldberg plans to
sleep from 2 to 3:30 each morning, possibly riding the
first 36 to 52 hours without a nap.
If all goes
according to plan, Goldberg hopes to ride 370 miles between
catnaps. If RAAM has taught him anything, however, it's that
plans can quickly go awry. "I'll have to see how I feel, but
I can't let myself get too far back because as you get
progressively tired, it's harder to make up lost ground," he
said. "On the other hand, you can't just go hard off the
front because you'll blow up. There's a very fine balance."
That will be one
of the few nods the individualistic Goldberg makes to
convention. The 15-member crew that will accompany him on
his cross-country trek includes two yogis and an
acupuncturist who will not only needle Goldberg while he
rides but will also supply him with Chinese herb poultices
to cool his body during hot spells as well as similar herb
potions to keep him alert when his mind starts to dull.
An ardent
admirer of Eastern philosophy and religion, Goldberg also
comes to this year's RAAM armed with a mantra and
meditation tapes. The mantra, a personal Hindu chant,
Goldberg is keeping to himself. But he airs the meditation
tapes, which he plans on using when the ride gets tough,
freely. A soothing voice backed by soft, rushing sounds of
the ocean repeats a series of positive statements.
"I am
disciplined, disciplined, disciplined," lulls the voice. "I
am vital, vital, vital. I am confident, confident, confident."
Said Goldberg: "When
you think you're tired, you start thinking about being tired,
and meditating keeps you from thinking. I'll listen to the
tapes through the stress periods, when I need to cut off
everything and concentrate on me and what I have to do."
What Goldberg would like to do is cross the country in seven
days and 21 hours, well under the current men's record of
eight days, nine hours and 47 minutes. The RAAM has been
contested over a variety of routes and this year's is
relatively flat. It is also 150 miles shorter than the
record route and RAAM veterans agree that, should the
weather cooperate, a record crossing will follow.Although
Goldberg's RAAM debut was less than auspicious, and a race
of 3,000 miles precludes prediction, some RAAM insiders see
Goldberg as a longshot, possibly stealing the race from
favorites Michael Trail and Michael Secrest.
Goldberg
qualified for RAAM last October by riding 550 miles, round
trip, from Tucson to Flagstaff, Ariz., in 29 hours 46
minutes and winning by more than four hours.
Goldberg,
however, prefers to think of RAAM in other terms."It's not
so much about coming in first or last, it's about
committing, putting yourself on the line and giving it the
best shot you can," he said. "I really think it takes a
special person to put themselves on the line like this. It
takes so much time, it takes so much preparation, so much
training and so much support. Everybody that does it is a
winner."
And, in keeping with tradition, when
it's all over Goldberg will face yet another challenge. In
early September he and Jodi are expecting their first
child. Will it be difficult to come back from RAAM and face
the greatest endurance event of them all? "I'll take a
couple of days to recover," Goldberg said, laughing.
"Then we're ready for the next project."
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