Master JohnnyG

          Peace Balance Patience Discipline Wisdom
 
These 5 words  define the philosophy around which i have designed my new program
 
As a human being, I feel that in order to find balance we need to find peace within ourselves.
In order to be peaceful, we need to be patient, which without a doubt, requires discipline.
Wisdom is found in learning from others and from our own mistakes
 
In conflict, it is extremely difficult to become peaceful and balanced. It is necessary to slow down
and control emotions like frustration , anger, impatience . Balance comes naturally when everything
is in harmony -- everything "flows". It is in this flow that our movements become beautiful; they
transcend themselves. It is in this transcendence, that we say we 'bring metal to life.'
In short as we use these words to work on ourselves and with others, we will find a direct relationship
between the internal development of self and the external development of movement.
Some call this a mind body fusion.

                                                                                  



 
 
JOHNNY G  : do Spinning® ao Kranking -  você sabia ?
 

a > Johnny G inventou a primeira bike estacionária, criando também a modalidade de pedal em grupo, conhecida como ciclismo estacionário, bike class, ciclismo indoor ou de academia,com o lançamento de seu Programa, o Spinning®. A primeira bike estacionária que ele fabricou com as proprias mãos chamava-se "Yellow Beast" - a Fera Amarela , em  1987. Sua criação foi uma verdadeira revolução na industria do fitness, pois passou a promover o ciclismo real em ambiente indoor ( até então , só realizado em ambientes externos ou pistas de treinamento ) numa proposta totalmente diferente das bikes ergométricas, pois as estacionárias não tem componente eletrônico.

Foi também invenção de Johnny G o primeiro suporte para squeeze em equipamento de treino cardio vascular. Esta sua invenção beneficiou substancialmente a indústria de água mineral em embalagens esportivas. Uma coisa tão simples, mas tão importante, pois logo depois todas as salas de academia tinham em suas esteiras, transports e ergométricas um porta garrafinha, sugerido por JohnnyG.

b > Johnny introduziu nesta sua bike pioneira um pé de vela tal como o de uma bicicleta de rua estrada. Isso possibilita uma sensação diferente ao pedalarmos na bike estacionária. De repente pedalar em pé , dentro do ambiente de treino da academia, tornou-se possível ! Já tentou pedalar em pé numa ergométrica da sala de musculação?

c > Outra inovação relacionada ao uso de um pé de vela real foi a possibilidade da troca de pedais com firma-pé por pedais de encaixe. Impressionante! As empresas que comercializam sapatilhas e pedais de encaixe sentiram-se "nas nuvens" com esta inovação.
Johnny G transformou um negócio sazonal em um produto que passou a ser vendido o ano todo. Igualmente aumentaram as vendas de camisas e bermudas de ciclismo, bem como as vendas de chaves de pedal e allens.

d > o programa de treinamento de Johnny foi o primeiro a exigir como prioridade o uso de monitores de frequencia cardiaca . O uso de frequencímentros em academias era até então,  insignificante. A partir do "boom" do Spinning, estes centros de treinamento passaram a incorporar o uso de frequencímetros . Incrivel !

e > A maneira como Johnny propõe a utilização de musica em suas aulas, foi como uma benção para nossos ouvidos ! F-i-n-a-l-m-e-n-t-e uma tipo de aula que utiliza a música em sua velocidade normal. Até então, dos anos 80 a 90, a musica que ouviamos em salas de aula eram sempre com efeitos ou aceleradas ( exigencia na época das aulas de hi-low / ginástica aeróbica de alto/baixo impacto e step - a "febre" na época ). A utilização de músicas no pit normal, não só expandiu a nossa sensibilidade musical , bem como nossa atitude em relação à utilização de várias propostas musicais sem preocupação com BPM ou contagem de oitos, até então quase uma "lei" em salas de aula. Foi uma proposta para uma nova "fase" musical, fase de "maturidade" em que passamos a empregar vários generos musicais, focar nossa atenção nos "sons" e letras que compõe uma mísica. Bravo, JohnnyG! 

f > Sem saber , Johnny G, ao fabricar sua primeira bike estacionária e ao inventar um programa para treinar com ela, acabou dando origem a uma nova modalidade de academias : o bike class ou ciclismo estacionário ou ciclismo indoor / de academia. Talves muitos tenham tentado fazer o mesmo, mas JG foi o pioneiro. A partir de sua bike - nomeada como Spinner®_marca registrada desde 92 e de seu Programa original, o SPINNING® muitas outras empresas acabaram se beneficiando, fabricando copias a partir de 95, quando sua Spinner® foi apresentada ao "mundo". Também varias cópias de Programas de treinamento surgiram a partir de então. Entretanto, devemos a JohnnyG todos os ensinamentos originais e base da modalidade ciclsimo estacionário .

g) Os que seguiram sua Escola Johnniana ou os que acabaram por trabalhar com programas comerciais copiados, formam hoje um verdadeiro universo de pedaladores no mundo todo. O diferencial no programa da Escola de Johnny G, é, com certeza, sua filosofia de treino, a segurança do Programa e o suporte cientifico que mantém um nível de excelência de informação através do Prime Team. Só no Brasil, os ensinamentos de sua Escola já chegaram a  mais de 9,500 professores de educação física que ministram aulas nas milhares de academias em todo o território nacional e países da America do Sul desde sua inauguração em 2000. Um verdadeiro exercito de professores , de mais de 150,000 instructors, certificados pelo seu método trabalha também diariamente nos países da America do Norte, Europa e Asia.

h) E agora a novidade : Jonathan Goldberg ( Johnnny G ) - lançou em Março 2008-IHRSA/San Diego (CA) um novo programa de treinamento cardiovascular e mais um guia de treinamento para profissionais : Krankcycle™ e Kranking™ , mais uma vez, revolucionando a indústria do fitness a nível global, por sua simplicidade e eficiência.   http://www.kboombrasil.com.br.   Informações : info@krankcycle.com 

 

 
 


Era uma vez ...

Ao ganhar sua primeira bicicleta, aos 4 anos, Jonathan Goldberg apaixonou-se por ela . Como os meninos brasileiros , com sua primeira bola de futebol, ele percebeu que seu presente, aos poucos ia se tornando “ seu melhor amigo” . 

Nascido na África do Sul, conviveu durante muitos anos com o aparteit e sensibilizado pelas diferenças sociais, utilizava as provas de ciclismo para tentar “ajudar” as pessoas. Os prêmios conquistados eram transformados em material escolar para as crianças negras. Discriminado pelos colegas de escola por ser um menino disléxico, Jonathan percebeu que só a bicicleta poderia ajudá-lo a vencer seus limites, pois pedalava como ninguém. Sentado no banco, era um campeão. 

Aos poucos, despertou seu lado aventureiro e sentia-se cada vez mais fascinado pela imagem de “ser saudável” transmitida pelos esportistas. Suas grandes inspirações foram sua mãe yogui, seu pai- corredor e campeão de squash, o mestre Bruce Lee e um ciclista francês Eddy Mercks. 

Aos 24 anos, chegou a Los Angeles. No terceiro dia, foi assaltado. Perdeu tudo que tinha, dinheiro, documentos e seus sonhos. Nunca mais voltou para a África.

De um turista encantado com o verão californiano, querendo descobrir as maravilhas da América, em um mês de férias, tornou-se um morador das ruas de Venice Beach . Mas sempre pensava que se sobrevivesse a tudo aquilo, enfrentaria qualquer coisa na vida. Sua positividade fez com que aos poucos , fosse fazendo amigos. 

O primeiro emprego foi numa academia em Los Angeles. Trazendo na bagagem mais de 4 anos como personal trainer na África do Sul e técnico fisioculturismo elaborava programas de treinamento que eram disputados por todos. Aos poucos voltava a conquistar seu espaço.

Em 1987 chegava a hora de realizar um grande sonho. Voltar a sua bicicleta e participar da prova de ciclismo Race Across América. Não conseguiu terminar. Frustrado pensou numa maneira de aprimorar seu condicionamento . Elaborou um programa cardiovascular usando monitor cardíaco. Voltou a treinar na estrada e se inscreveu para a prova de 1989. Havia chegado o inverno. Para não se afastar de casa , criou com as próprias mãos, na garagem de casa, uma bicicleta estacionária, com a mesma geometria de sua bike ( chamou de  YellowBeast ). Reproduziu alguns exemplares e convidava os amigos para treinarem com ele, ao som de muita música e rock, claro! pois sua segunda paixão sempre foi a guitarra. 

Ao terminar a RAAM em 89, sensibilizou-se com o resultado e pensou: “ Se este treino deu certo comigo, pode dar certo com qualquer pessoa no Planeta  Terra... posso ajudar a todos se tornarem seres humanos mais aptos e felizes” Nascia então o programa e a filosofia Johnniana de treino .

Alguns anos depois, a "idéia" virou um negocio mundial e ele se tornou : JOHNNYG criador do JOHNNYG SPINNING® Programme e da bicicleta estacionária, tão copiada por milhares de empresas nos anos 90.

Em 2002, Jonnny participou de um evento relacionado a paraolimpíadas em San Diego, California. Se deu conta que , infelizmente, não poderia vê-los treinando em sua "invenção". Aceitou o desafio de um dos atletas e sentou em seu equipamento de handcycle. Por anos, ficou com aquela experiencia memória.

Desenhos, planos, testes...finalmente materializou algo que pudesse levar sua filosofia de treino também a esta enorme população de atletas. Nasceu o Kranking™, bem perto de sua maturidade dos 50 anos de idade, em Fevereiro de 2007. Kranking™ é um modalidade de treino com ênfase nos membros superiores, que com certeza, irá captar mais e mais adeptos as aulas coletivas ou mesmo, trabalho personalizado em academias e centros de treinamento. Estaremos, com o KRANKCYCLE , expostos, mais uma vez ,com um equipamento e uma nova modalidade que poderá  revolucionar o conceito fitness nos proximos anos assim como aconteceu com o Spinning anos atras. Ha 20 anos atras ninguem conseguia imaginar pessoas densenvolvendo tal performance em bicicletas estacionarias assim como desenvolvem hoje. Talves não na mesmas proporções e dimensões, mas o Kranking™ é  uma modalidade que veio para quebrar tabus e conceitos.

Para os que precisam  trabalhar o cardiorrespiratório e, por razões periféricas (artroses, lesões articulares ou ligamentares) ou mesmo o excesso de peso não o fazem : kboom!

Voilá Kranking 

JohnnyG está hoje, a frente de sua empresa, a FIVE GIRI Inc, com sede na cidade de Montecito, California, tendo se desligado, em Abril de 2005 da empresa Mad Dogg Athletics , Inc.
O Spinning hoje tem nova e diferenciada administração na California. JohnnyG dedica-se exclusivamente a sua nova metodologia que não compete com nehuma outra, mas ao mesmo tempo complementa outros treinos : o KRANKING®. O programa chega ao Brasil, a partir de Outubro. Conheça mais sobre o START UP _ pacote de lançamento inédito_ escrevendo para : vb@krankcycle.com.

 KEEP THE SPIRITS HIGH AND BE READY TO FLY!  JohnnyG   

 


 

 
There Are Miles to Go Before This Fitness Entrepreneur Sleeps
KEN McALPINE Los Angeles Times  -    Los Angeles, California Aug 12, 1989.  pg. 4 ( home edition)

It was quite a welcome. Three days after a wide-eyed, naive 22-year-old Johnny Goldberg had arrived in California for a vacation, a gunman relieved him of his naivete and $3,000 in cash. "I had a gun put in my mouth in S. Monica," said Goldberg, who until that point had lived a sheltered life in the confines of Johannesburg's wealthy northern suburbs. "It was a real eye-opener for me."The  education continued.  Bereft of cash, unable to get money out of his native South Africa because of government restrictions, Goldberg slept on the beach in Venice.

Suddenly determined to stay, he cashed in his return plane ticket. When that money disappeared, he survived as best he could, at one point eating a frozen burrito he had stolen from a local convenience store.Eventually, he landed a job selling cutlery door to door, making   $1.50 for each set he sold and    earning about $45 a day, enough to pay for his burritos and rent space on a living room floor. In Johannesburg, he had run a string of gyms. So one day, Goldberg spruced himself up, walked into a West Los Angeles gym and told the owner he would personally see   to it that profits increased 10% each month. He landed the job, made good on his promise, and kept on working.

Ten years later, Goldberg, who has parlayed fitness and determination into a lucrative career, shares a  Century City apartment   and a comfortable life with his new wife, Jodi. His life, however, is not without challenge. On Sunday, Goldberg will once again put perseverance and chutzpah to the test-staring down heat, cold, humidity, aridity, ennui, paranoia, doubt,  fatigue and frustration, all in pursuit of a single goal-getting across the country as fast as he can. On a bicycle. Now in its eighth year, the Race Across America (RAAM) has been called the greatest endurance event in the world.  If topography is any measure, it's a legitimate claim.

This year's race begins Sunday noon at the Orange County Fairgrounds in Costa Mesa. Over a week and some days, 33 riders will cross California, Arizona, New Mexico, Texas, Oklahoma,   Kansas, Missouri,  Illinois, Indiana, Ohio, West Virginia, Maryland,  Pennsylvania and New Jersey, finishing in New York's Battery Park-2,980 miles by bicycle.

Spinning across that sprawl they will encounter a country's worth of weather and terrain, face problems ranging from cramped toes to night blindness.The prospect fills Goldberg with excitement. "RAAM is one of the biggest lessons you could ever learn in your entire life," he said. "You learn pain, you learn pleasure, you learn persistence, you learn tenacity, you learn self-control, courage, discipline, everything you could imagine. An entire spectrum of life you experience within one race."

Goldberg learned most of the painful lessons two years ago when he competed in his first RAAM.

A swimmer turned body builder, turned triathlete, turned ultra-distance cyclist, Goldberg was no stranger to the rigors of competition. He was, however, unprepared for the enormousness of RAAM.  After suffering through saddle sores, chronic nosebleeds, weight loss-26 pounds in five days-and painful blisters in his   mouth, Goldberg called it quits 2,400 miles into the race, after riding his final 600 miles with a dislocated  knee. It took him almost a year to recover.

"Basically, for the first five months all I was able to do was take a couple of walks," said Goldberg, who interspersed those walks with frequent naps. "I couldn't stay awake for more than two or three hours. I'd never experienced chronic fatigue and depletion like that before. I didn't think I would ever get on a bicycle again."

Such lessons aren't easily forgotten. Training for his disastrous 1987 RAAM, Goldberg rode an average of 300 miles a week, which proved to be woefully   inadequate for an event that asks competitors to ride more than 300 miles a day.  So, preparing for this year's RAAM, Goldberg bumped his training mileage up to 600-900 miles a week, including 24-hour rides that simulated the sleeping and eating schedules he hopes to maintain during  RAAM. Although riders burn hundreds of thousands of calories during their transcontinental trip, it is sleep that  presents the biggest problem. With the clock running incessantly, sleep is wasted time and RAAM riders do their best to dispense with it.

Though strategies differ-RAAM veteran Michael Shermer once rode round the clock for three days-most riders opt for a 1 1/2- to three-hour nap each day, usually sometime between 2 and 5 in the morning. Following convention,  Goldberg plans to sleep from  2 to 3:30 each morning, possibly riding the first 36 to 52 hours without a nap.

If all goes according to plan, Goldberg hopes to ride 370 miles between catnaps. If RAAM has taught him anything, however, it's that plans can quickly go awry. "I'll have to see how I feel, but I can't let myself get  too far back because as you get progressively tired, it's harder to make up lost ground," he said. "On the   other hand, you can't just go hard off the front because you'll blow up. There's a very fine balance."

That will be one of the few nods the individualistic Goldberg makes to convention. The 15-member crew that  will accompany him on his cross-country trek includes  two yogis    and an acupuncturist who will not only   needle Goldberg while he rides but will also supply him with Chinese herb poultices to cool his body during   hot spells as well as similar herb potions to keep him alert when his mind starts to dull.

An ardent admirer of Eastern philosophy and religion, Goldberg also comes to this year's RAAM armed with    a mantra and meditation tapes. The mantra, a personal Hindu chant, Goldberg is keeping to himself. But he airs the meditation tapes, which he plans on using when the ride gets tough, freely. A soothing voice backed   by soft, rushing sounds of the ocean repeats a series of positive statements.

"I am disciplined, disciplined, disciplined," lulls the voice. "I am vital, vital, vital. I am confident, confident, confident."

Said Goldberg: "When you think you're tired, you start thinking about being tired, and meditating keeps you from thinking. I'll listen to the tapes through the stress periods, when I need to cut off everything and concentrate on me and what I have to do." What Goldberg would like to do is cross the country in seven days and 21 hours, well under the current men's record of eight days, nine hours and 47 minutes. The RAAM has been contested over a variety of routes and this year's is relatively flat. It is also 150 miles shorter than the record route and RAAM veterans agree that, should the weather cooperate, a record crossing will follow.Although Goldberg's RAAM debut was less than auspicious, and a race of 3,000 miles precludes prediction, some RAAM insiders see Goldberg as a longshot, possibly stealing the race from favorites Michael Trail and Michael Secrest.

Goldberg qualified for RAAM last October by riding 550 miles, round trip, from Tucson to Flagstaff, Ariz., in 29 hours 46 minutes and winning by more than four hours.

Goldberg, however, prefers to think of RAAM in other terms."It's not so much about coming in first or last,  it's about committing, putting yourself on the line and giving it the best shot you can," he said. "I really think it takes a special person to put themselves on the line like this. It takes so much time, it takes so much preparation, so much training and so much support. Everybody that does it is a winner."

And, in keeping with tradition, when it's all over Goldberg will face yet another challenge. In early September    he and Jodi are expecting their first child. Will it be difficult to come back from RAAM and face the greatest endurance event of them all? "I'll take a couple of days to recover," Goldberg said, laughing.                     
"Then we're ready for the next project."